10 comentários:
De Teresa Hoffbauer a 21 de Maio de 2009 às 01:37
O que eu também pergunto é a legitimidade da rapariga que gravou a cena? Se agora os alunos passam a gravar o que se passa na sala de aula... o mundo escolar é o BIG BROTHER!
Pode ser, que esta gravação seja verdadeira e a professora seja tarada, mas a rapariga também deve ser castigada, pois o que ela fez
não é legal.
O que eu acho estranho é só se ouvir a professora. Porque é que se não ouvem também os alunos? Manipular a gravação é coisa simples.

Pergunta à Beatriz sobre os falsos testemunhos de alguns pais, ela tem histórias horríveis para contar!!!



De diogohoffbauermdias a 21 de Maio de 2009 às 09:14
Subscrevo.


De Anónimo a 21 de Maio de 2009 às 20:17
Eu como mãe de um aluno da professora em causa, tenho pena que as pessoas julguem sem saber o historial.
E que ouçam com atenção tudo o que se ouve e diz, porque a professora não está a falar sobre sexo porque lhe apeteceu! Ela esta a falar porque as ditas alunas andavam a dizer que a professora falava da vida sexual dela em plena aula...em relação á mãe da aluna, foi merecido o que ela disse, pois eu estive presente na reunião em que essa senhora foi indelicada e malcriada com a professora... quem sai aos seus não degenera!
Obrigada



De diogohoffbauermdias a 21 de Maio de 2009 às 22:16
Obrigado pelo testemunho.


De isabel monteverde a 22 de Maio de 2009 às 10:24
Olá Diogo

Uma coisa é certa, os Pais e os filhos são quem mandam nas escolas.

E não acredito na inocência de todas as criancinhas, a inocência não lhes pertence, algumas sabem mais do que eu. A inocência prolonga-se até ao momento em que se fecham os olhos. Há crianças inocentes, outras sem nenhuma, como qualquer pessoa.

Sinceramente, se a professora evidencia desiquilíbrio por alguma razão será.

E não me digam que estes paizinhos possuem uma educação refinada, ou `têm valores morais elevados. Sou inocente, mas não ingénua.

Quanto à srª ministra a história se ocupará dela. Favor meu em chamá-la " senhora", faço questão de sublinhar!

beijo
Isabel


De diogohoffbauermdias a 22 de Maio de 2009 às 22:40
Se os pais mandam na escola, tirem-lhes privilégios...


De Rita M a 22 de Maio de 2009 às 21:39
É por estas e por outras que as avaliações aos professores deviam ser em primeiro lugar psicológicas, e mesmo que algum aluno tivesse tido um comportamento errado, é dever da professora ser superior e lidar com a situação de uma maneira qualquer que não esta!


De diogohoffbauermdias a 22 de Maio de 2009 às 22:41
Sem dúvida, mas se os alunos têm as costas quentes, tudo é mais complicado.


De Teresa Hoffbauer a 23 de Maio de 2009 às 02:33
Não vou aqui falar da professora de Espinho. Foi realmente ao ler os diversos blogues, que escreviam sobre esse caso, que me lembrei dum acontecimento no liceu do Jochen. Eu sei, que são casos absolutamente diferentes, porém têm um ponto em comum: a ignorância e histeria de certos pais.

Uma certa manhã recebo um telefonema da mãe dum colega do meu filho, muito excitada, dizendo que a professora de alemão, distribuiu um texto "pornográfico" entre os alunos. Pedi para se acalmar, que depois de ler o texto lhe telefonava.
Toda a manhã recebi telefonemas de pais que queriam falar comigo sobre o dito texto "pornográfico".
O Jochen estava nas aulas e eu não sabia onde se encontrava esse "maldito" texto, que me fez perder a manhã. Quando o meu filho chegou a casa e me deu o texto para ler, que vejo eu: um excerto de "O segundo sexo" de Simone de Beauvoir.
No dia 24 de Maio de 1949 aparece em Paris o primeiro exemplar da obra da filósofa francesa Simone de Beauvoir "O segundo sexo", sendo vendidos 20.000 exemplares em poucos dias.
Há 60 anos os professores da Sorbonne atiraram com o livro ao chão, pronunciando palavras pouco próprias de pessoas educadas. Eu, todavia, não compreendi a causa de tanta polémica. O excerto era inofensivo.


De diogohoffbauermdias a 23 de Maio de 2009 às 17:15
A histeria é a mais vulgar consequência da ignorância.


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